Massagem Sem Dor

8 de julho de 2009

OLHA EU AQUI, Ó!

Filed under: TEATRO-COMÉDIA — Tags: — admin @ 10:16

news_5630É UMA PEÇA TEATRAL, ESTILO COMÉDIA.

E  CONTINUANDO. . .

GERALDO – Não se preocupe, Rose! Eu já sabia de tudo. Fui eu que contratei o Emilio Flavio, publicitário, para namorar você, enquanto eu filmava os encontros. Como você sabe, gosto de apimentar a relação. Tenho um ótimo arquivo com a performance da minha adorável companheira, de quase todas as horas. Não se preocupe com os mexericos da Valdinéia. Esta tonta é apenas um mero detalhe na nossa vida conjugal. Além do mais, não merece a mínima credibilidade por se tratar de uma empregada fofoqueira e mal-intencionada. Gente dessa laia, só merece nosso desprezo!

DONA ROSE (recuperando-se da surpresa) – Ah…é??? (respira fundo e aliviada) E agora, Pomba-Gira do terreiro vizinho? Cadê o nariz arrebitado, hein? Tá sabendo que vai levar um banho de sal grosso, não tá, hein? Faz e acontece…agora eu quero ver a Pomba girar!

MIRELA – Pois é, Valdinéia! “Uma hora a casa treme, outra hora a laje cai”!  Mamãe!!! Chuta que é macumba!!!

VALDINÉIA (fazendo menção de escapar) – EPA!!! Peraí! Duas é covardia!

GERALDO (com jeito afeminado) – Duas, não! Três!!! (fazendo banana com o braço) Aquí, Gerarda!!!

FAMILIA CORNÉLIO MANSE, CLASSE MÉDIA ALTA

-Sr.Geraldo e sua esposa Dona Rose, vivem suas fantasias

-Mirela, filha única, deixa para esquentar a cabeça, sempre depois do rala e rola.

-Emilio Flavio, um publicitário muito precisado de um extra, aceita se passar por motorista.

-Edson – o namorado que não sabe que é sonso.

-Bitencur – ou seja, Bibi que sempre foi e passou a ser…    

NOSSA!!!  QUE CONFUSÃO!!!

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TE CONHEÇO, WALFRIDO!!!

Filed under: TEATRO-COMÉDIA — Tags: — admin @ 10:13

PEÇA DE TEATRO

GÊNERO COMÉDIA

Número de personagens: Dois (1 homem e 1 mulher)

SINOPSE:

ELA, prendada, criada para o casamento “até que a morte os separe”.

ELE,”galinha”, se converteu a”santo”, após o casamento.

CENÁRIO: Em um boteco, Walfrido está sentado em uma mesa. Em cima da mesa, várias garrafas vazias e na frente, um copo com bebida, pela metade. Desanimado, absorto em seus pensamentos, sendo cada gole, um sofrimento.

MÚSICA AO FUNDO: “Eu bebo sim…estou vivendo. Tem gente que não bebe, está morrendo…”

FIGURINO:

ELA -Vestido estampadinho, até os joelhos, mangas curtas.

ACESSÓRIOS: Bolsa grande de plástico “brilhoso” verde limão. Dentro da bolsa, 1 frigideira e um revolver.

ELE – Bermudão e camiseta c/propaganda !Feliz para sempre”, chinelos havaianas nos pés.

ACESSÓRIOS: 1 escovinha redonda p/pentear os cabelos e 1 palito de dente.

mulherTE CONHEÇO, WALFRIDO!

WALFRIDO -Oh, ZÉ! Vê mais uma loura, aí! Esta já está quente! (pausa pequena) O casamento é uma merda.Esse boteco é uma merda e você, Zé…(apontando c/o dedo)…você é um tonto…assim, igual a mim! Porque você tb é homem! Você é homem, não é Zé? Claro que é! Fomos criados juntos. A gente, não só “varreu o bairro”, como “passamos escovão” nos arredores. (pausa pequena) Olha, ZÉ! Escuta o conselho de um amigo, ex-comedor: Enquanto tiver dinheiro e com “pique na pica”, não se case! Fica na tua, Zé! Prá que complicar? Tu se ferra quando se apaixona. De tonto, passa a bobo e casa. (grita) Zééé!!! E a minha lourinha? Vem ou não vem? Você já ficou com o pé na cova alguma vez, Zé? Pois é como eu estou me sentindo. Um vivo-morto, há 15 anos…Quanto mais eu penso…  Eu raciocino também! Quanto mais eu me esforço, menos eu entendo as mulheres (pausa pequena) (grita) Zé! CACÊTE!!! Trás logo outra loura aí, pô!

AMELIA (entra uma fera) – Walfrido, seu safado! Salafrário! Eu estou a tempos te procurando e você aqui…enchendo os canecos… Parece que aqui, tu é sócio de carteirinha! (insinuando) Lá em casa…nada!

WALFRIDO – …mas…Amelia…

AMELIA – Cala a boca, seu cachorro! (começa a examinar a platéia e se volta para Walfrido) Não se faça de salame comigo! Vai! Diz: Com qual dessas peruas tu tá galinhando agora?

WALFRIDO – Amor da minha vida! Eu só estava…

AMELIA – Cala a boca, Walfrido! Eu te conheço cara! Você não pode ver um rabo de saia, quejá quer “fazer a bainha”. (olhando para a platéia…procurando)

WALFRIDO -Amelia, estava muito quente…esse “verãozão”…eu só vim tomar uma cervejinha…

AMELIA – Tá! Tá! Tá! “Não espana, Walfrido!” Se não estava com a intenção…por que não me chamou? E quem é essa “verãozão”? Só pode ser uma mulher! Você sempre gostou de “mesa farta”.

WALFRIDO (não dando bola ao que Amelia disse) – Você tinha ido na casa da minha querida sogra e como demorou…

AMELIA (voltando para perto de Walfrido) -…e como eu demorei, você aproveitou prá vir “ciscar” por aqui. (falando com ela mesma, choramingando) Ah, minha Nossa Senhora das Futuras Viúvas…intervenha! Esse homem, ainda, acaba comigo! O que eu fiz para merecer um homem como esse? (pausa pequena/volta a fera)

-Olha aqui, Walfrido! Eu sei que você tá me traindo. Tenho certeza! Só falta eu te pegar no flagra. E quando isso acontecer, Walfrido…(com o dedo em riste, ameaçadora)…quando eu te pegar…(Amelia congela)

WALFRIDO (levanta-se e vai falar com a platéia, apresentando a sua esposa, normal, sem estar bêbado)

-Amelia doa Anjos Taboa, 35 anos, minha esposa.

Eu tinha 28 anos, quando a conheci. Na tenra idade, eu já era o garanhão do pedaço. Tendo um par de coxas e alguma coisa no meio…

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TE CONHEÇO, WALFRIDO

MEU CAFAJESTE

Filed under: CONTOS ERÓTICOS — Tags: — admin @ 10:08

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_Ah… pára de ser falsa, amiga!  Segurança, todas nós procuramos, com uma simples diferença: nós mulheres, consideradas o sexo frágil e o verdadeiro “sexo frágil”, os homens. Veja bem! A mulher, procura a segurança de não se preocupar com o limite do cartão de crédito e sendo assim, não terá tempo de pensar, se ele tem ou não amante. O homem, por sua vez, a segurança de que não vai ser traído! Muito simples!

_É, vendo por esse ângulo, mas…

_Mas, coisa nenhuma! Já reparou, que a maioria dos “sem limite”, casam-se com mulheres sem graça, sem molho, sem nada contra, muito pelo contrário? Pergunto, falsa amiga: _Quem vai querer uma comida sonsa?  Homem gosta de criatividade e não de shoping e, para mim, além dele não usar calculadora acrescento: _Tem que ser “cafajeste”!  No prazeroso sentido, é claro! O quê??? Não só eu, mas a maioria gosta de sentir a “pegada”!  Falando em “pegada”…o  Rob! Esse sim é um cafajeste de carteirinha. Cara de bonzinho, todo gentil e educado, se faz de tímido, mas quando te pega, detona!  Ele sabe trepar, dando prazer!  Ele ama, no momento!  Rob despe uma mulher com os olhos e não é muito de falar, mas age que é uma beleza! Sem contar a sua língua, que mais parece um motorzinho, quando pega na buceta, de baixo para cima ou de cima para baixo, é coisa de louco! Com esse jeitinho de bom moço, exala sacanagem. Já foi casado, apesar de que, para ser esse “cafajeste”, não importar: se casado, se solteiro, divorciado ou tico-tico no fubá, de qualquer forma, não pertence a ninguém, mas se entregam por inteiro, no momento do prazer. Rob faz de mim a sua puta! Na última vez que esteve aqui, na semana passada, entrou, deu a olhada fatal e um beijinho no rosto. Ele é um pouco tímido! Enquanto eu fechava a porta, sentou-se no sofá, se espreguiçando um pouco, como se dissesse: _Então, minha puta! Vai cuidar do neném aqui, ou não? Nem precisou abrir a boca, digo, em termos, pois olhando-o nos olhos, fui chegando de mansinho, jogando a roupa pela sala, subindo no braço do sofá.  Aproximei, minhas ancas de égua faminta, da sua boca, ajeitando uma das pernas, no encosto do mesmo e, sem dizer nada, mandei que me chupasse.  Passou sua língua, preguiçosamente, babando na minha buceta.

_Amiga, ele é uma loucura!  O tesão de ver e sentir um homem babando na sua buceta, dá uma vontade quase que incontrolável de fazer xixi e, antes que eu fizesse, desci do sofá, enquanto ele se desvencilhava das calças, enroscadas nos joelhos. Adivinha, do que eu fui me lembrar nessa hora?

_Huuummm…vindo de você? Com certeza, não é coisa que se preste! 

_Um comentário, que havia me feito, no telefone, uns 15 dias atrás… “Recebí a indicação de um amigo, sobre uma massagista, que faz sexo oral que é coisa do outro mundo. Diz ele, que ela “chupa pra caralho”! (Sei! E na bundinha, não vai nada, não?) Mulher é bicha competitiva, minha amiga e, admito sentir ciúmes dos meus clientes, então, pensei: _Vamos ver agora, quem “chupa pra caralho”!

_Meu pai!!!  E, aí? Conte!  Não me esconda nada.  Estou aqui, em cólicas! 

_Fiquei de cócoras na sua frente, enfiei a cara entre o seu pau e as bolas, ao mesmo tempo coloquei cada mão espalmada nos seus joelhos empurrando-os, em direção a sua barriga, deslizando a minha língua felina, para o seu cuzinho.   Sabe o quê, ele dizia?  Que só uma puta fazia isso!  É, mas bem que ele gostou! Não tinha como negar, pois além de se ajeitar na beirada do sofá, seu cuzinho piscava descompassado.

_Que delícia!!! Adoro ver um homem, se deixando levar no seu tesão!  Vendo o seu pau, cada vez mais duro, não aguentei! Enfiei aquela tora inteira na minha boca e, quase imóvel, chupei como uma mamadeira deliciosa.

_Amiga, como é bom, chupar um pau, duro, carnudo, cabeçudo…uiiii… Se pudesse escolher, ia querer morrer, com um pau na minha boca.

_Hum, eu também, sua bicha louca! Bem, depois de alguns minutos… Sei lá!  Não marco tempo, quando estou a me deliciar com um pau cheiroso, carnudo e cabeçudo, como o dele, coloquei as mãos por baixo, abri mais a buceta e esfreguei ligeiro, os dedos nela.  Ele, com carinha de “não estou nem aí”, segurou firme nos meus cabelos e disse: _Então, puta! Vai cuidar do neném ou não?  Isso, enquanto batia com o cacetão na minha cara. A timidez, já era! Colocado dessa maneira, usando um pouquinho de força nos meus cabelos e, um jeitinho tímido na voz, com uma imploração escondida… _Me diz, vai!  Que mulher aguenta?

_Nem eu, que sou desvairada!

_Não pensei, meu bem!  Sentei!

 _De costas prá ele? Sentou com tudo? Uiii!!!

_A intenção, na verdade, não era o cuzinho, mas foi! 

_Aiii! Malvada!

_Junto à sua “pegada” na minha cintura o seu movimento ritmado e rápido, fazia-o se distanciar do assento do sofá, e com isso a jorrada de pôrra escorreu pelas minhas pernas.

_Esta sim foi uma porrada cafajesta!

_Como te falei Tatá, adoro ser “segurada” por um cafajeste. Fazer o quê? Não consigo ser falsa como você!  Ah, amiga, antes de ir embora, dá para limpar a “melequeira” que você deixou no meu lençol? Obrigada.

(mais um conto do meu livro/registrado)

NO MEIO DA PLANTAÇÃO

Filed under: CONTOS ERÓTICOS — Tags: — admin @ 10:04

mmu113Eu já tinha completado 15 anos e, com um corpo bem desenvolvido, costumavam achar que eu já era maior de idade. Meus pais precisaram viajar para o exterior e, levaram junto com eles, minha irmã “temporão”, que tinha apenas, cinco anos. Para que não atrapalhasse meus estudos, concordaram que eu ficasse com os meus padrinhos, já que nos dávamos tão bem e por morarem em uma chácara, distante da cidade, uns 4km, eu estaria mais segura dos “gaviões”, pois meu padrinho ia me levar e buscar, todos os dias no colégio. Iriam demorar por lá, mais ou menos 1 ano, tempo de uma especialização em agronomia, que meu pai tinha que fazer.  Na chácara, no meio do mato, entre as plantações, eu me realizava, pois sempre preferi a natureza onde eu tinha mais liberdade, do que na cidade, vigiada o tempo todo.  Era tudo que eu queria!  Já tinha feito algumas amizades pelas bandas e, muitas vezes, preferíamos ir escondidas a pé até a cidade, do que pegar carona e correr o risco de contarem para eles.  Costumávamos sair andando, cortando caminho pela mata, subindo nas árvores para pegar alguma fruta e, até aprendemos a fazer estilingue, para atirar as “bolinhas de mamona” e espantar as cascavéis que encontrávamos pelas “picadas”, feitas pelos homens que trabalhavam na chácara, quando saiam para caçar jaguatirica.
Um dia, fui sozinha, pois os outros estavam ocupados com seus afazeres no campo.  Ainda dentro do sítio, encontrei com um grupo de homens que estavam estirados embaixo de uma mangueira, descansando.  Ingênua e caipira da cidade, passei do lado deles, sem se quer pensar em uma maldade desses homens, quando um deles me olhou, meio carrancudo.  Sai correndo para o meio do mato, como um coelhinho assustado. Estava muito quente nesse dia e, eu fui até o ribeirão, já que estava no caminho. Estava com uma bermuda curta, até as coxas, então aproveitei para molhar as pernas, a nuca e o rosto. Descansei um pouco e voltei! Devo ter pegado uma outra “picada”, pois nessa havia pés de pêssego bem amarelinhos. Os maiores estavam lá em cima! Não pensei duas vezes e subi!  Lá de cima, via os arredores da chácara, enquanto comia uns três pêssegos, grandes e suculentos.
O dia passa tão depressa no campo e, notei de lá de cima, que os homens já se despediam, na porteira grande da chácara, para voltarem no outro dia, bem cedinho.

_Ví quando você subiu na árvore!  Nossa! Levei um susto e quase caí de lá de cima. Quando olhei para baixo, lá estava ele, o carrancudo!  Coisa é que, o vagabundo tirou um pintão para fora, com uma enorme cabeça rosada, e começou a sacudir com tanta força, que parecia uma jaguatirica com fome, me olhando. Não sabia se descia ou não, da árvore, porque fiquei com medo.  E se ele tentasse me fazer mal? Com uma voz macia, me disse:

_Desce, potranquinha!  Você é muito bonita sabe? Não tenha mêdo! Vou te mostrar uma coisa, mais gostosa que subir em árvore. Desce! 

 

 

 
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ENGOLINDO A PÔRRA

Filed under: Adulto,CONTOS ERÓTICOS — Tags: — admin @ 10:01

Antes, de mais nada é bom deixar bem claro que os riscos de se contrair DST – Doenças Sexualmente Transmissíveis, são grandes, quando se faz o sexo oral sem camisinha e quando, não estando em uma dieta ferrada, se engole a pôrra. Se o dono da mesma for, realmente, da sua inteira confiança e você estiver de regime, peça a pôrra diet ou jogue-a fóra depois. De qualquer forma, tenha certeza do que está colocando na sua boca! O produto somado aos espermatozóides é rico em proteínas. A saber: uma colher de esperma tem calorias equivalentes à de três pães.  _CRUZESSS!!! Lá se foi o meu regime! Engoli, ontem, uma padaria!  Exagerada, eu? Tá! Se eu te falar de quem foi, irá entender. Vamos do início, colega! Acredito que, na medida do possível e, tendo o cuidado de não me “ferir” de alguma maneira, realizei todas as minhas fantasias e fetiches. Tudo realizado de maneira bem pensada, sem violar o corpo ou a alma, principalmente, com parceiros confiáveis. Nesse último ano, pensei muito em tudo que já fiz de bom na minha vida e, cheguei a seguinte conclusão: “Plantei uma árvore e escrevi um livro, só não engoli pôrra, ainda!” Eu, na verdade, já tinha escolhido o doador e previlegiado e, a intenção era não deixar escapar uma gota, mas apesar de conhecê-lo há alguns anos e têrmos liberdade para falar sobre tudo, ainda não havia comentado esse meu desejo com ele. A partir da ligação dele:

_Oi, Sô! Tudo bem? Tem um horário prá mim?  

 

 

 

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