
_Ah… pára de ser falsa, amiga! Segurança, todas nós procuramos, com uma simples diferença: nós mulheres, consideradas o sexo frágil e o verdadeiro “sexo frágil”, os homens. Veja bem! A mulher, procura a segurança de não se preocupar com o limite do cartão de crédito e sendo assim, não terá tempo de pensar, se ele tem ou não amante. O homem, por sua vez, a segurança de que não vai ser traído! Muito simples!
_É, vendo por esse ângulo, mas…
_Mas, coisa nenhuma! Já reparou, que a maioria dos “sem limite”, casam-se com mulheres sem graça, sem molho, sem nada contra, muito pelo contrário? Pergunto, falsa amiga: _Quem vai querer uma comida sonsa? Homem gosta de criatividade e não de shoping e, para mim, além dele não usar calculadora acrescento: _Tem que ser “cafajeste”! No prazeroso sentido, é claro! O quê??? Não só eu, mas a maioria gosta de sentir a “pegada”! Falando em “pegada”…o Rob! Esse sim é um cafajeste de carteirinha. Cara de bonzinho, todo gentil e educado, se faz de tímido, mas quando te pega, detona! Ele sabe trepar, dando prazer! Ele ama, no momento! Rob despe uma mulher com os olhos e não é muito de falar, mas age que é uma beleza! Sem contar a sua língua, que mais parece um motorzinho, quando pega na buceta, de baixo para cima ou de cima para baixo, é coisa de louco! Com esse jeitinho de bom moço, exala sacanagem. Já foi casado, apesar de que, para ser esse “cafajeste”, não importar: se casado, se solteiro, divorciado ou tico-tico no fubá, de qualquer forma, não pertence a ninguém, mas se entregam por inteiro, no momento do prazer. Rob faz de mim a sua puta! Na última vez que esteve aqui, na semana passada, entrou, deu a olhada fatal e um beijinho no rosto. Ele é um pouco tímido! Enquanto eu fechava a porta, sentou-se no sofá, se espreguiçando um pouco, como se dissesse: _Então, minha puta! Vai cuidar do neném aqui, ou não? Nem precisou abrir a boca, digo, em termos, pois olhando-o nos olhos, fui chegando de mansinho, jogando a roupa pela sala, subindo no braço do sofá. Aproximei, minhas ancas de égua faminta, da sua boca, ajeitando uma das pernas, no encosto do mesmo e, sem dizer nada, mandei que me chupasse. Passou sua língua, preguiçosamente, babando na minha buceta.
_Amiga, ele é uma loucura! O tesão de ver e sentir um homem babando na sua buceta, dá uma vontade quase que incontrolável de fazer xixi e, antes que eu fizesse, desci do sofá, enquanto ele se desvencilhava das calças, enroscadas nos joelhos. Adivinha, do que eu fui me lembrar nessa hora?
_Huuummm…vindo de você? Com certeza, não é coisa que se preste!
_Um comentário, que havia me feito, no telefone, uns 15 dias atrás… “Recebí a indicação de um amigo, sobre uma massagista, que faz sexo oral que é coisa do outro mundo. Diz ele, que ela “chupa pra caralho”! (Sei! E na bundinha, não vai nada, não?) Mulher é bicha competitiva, minha amiga e, admito sentir ciúmes dos meus clientes, então, pensei: _Vamos ver agora, quem “chupa pra caralho”!
_Meu pai!!! E, aí? Conte! Não me esconda nada. Estou aqui, em cólicas!
_Fiquei de cócoras na sua frente, enfiei a cara entre o seu pau e as bolas, ao mesmo tempo coloquei cada mão espalmada nos seus joelhos empurrando-os, em direção a sua barriga, deslizando a minha língua felina, para o seu cuzinho. Sabe o quê, ele dizia? Que só uma puta fazia isso! É, mas bem que ele gostou! Não tinha como negar, pois além de se ajeitar na beirada do sofá, seu cuzinho piscava descompassado.
_Que delícia!!! Adoro ver um homem, se deixando levar no seu tesão! Vendo o seu pau, cada vez mais duro, não aguentei! Enfiei aquela tora inteira na minha boca e, quase imóvel, chupei como uma mamadeira deliciosa.
_Amiga, como é bom, chupar um pau, duro, carnudo, cabeçudo…uiiii… Se pudesse escolher, ia querer morrer, com um pau na minha boca.
_Hum, eu também, sua bicha louca! Bem, depois de alguns minutos… Sei lá! Não marco tempo, quando estou a me deliciar com um pau cheiroso, carnudo e cabeçudo, como o dele, coloquei as mãos por baixo, abri mais a buceta e esfreguei ligeiro, os dedos nela. Ele, com carinha de “não estou nem aí”, segurou firme nos meus cabelos e disse: _Então, puta! Vai cuidar do neném ou não? Isso, enquanto batia com o cacetão na minha cara. A timidez, já era! Colocado dessa maneira, usando um pouquinho de força nos meus cabelos e, um jeitinho tímido na voz, com uma imploração escondida… _Me diz, vai! Que mulher aguenta?
_Nem eu, que sou desvairada!
_Não pensei, meu bem! Sentei!
_De costas prá ele? Sentou com tudo? Uiii!!!
_A intenção, na verdade, não era o cuzinho, mas foi!
_Aiii! Malvada!
_Junto à sua “pegada” na minha cintura o seu movimento ritmado e rápido, fazia-o se distanciar do assento do sofá, e com isso a jorrada de pôrra escorreu pelas minhas pernas.
_Esta sim foi uma porrada cafajesta!
_Como te falei Tatá, adoro ser “segurada” por um cafajeste. Fazer o quê? Não consigo ser falsa como você! Ah, amiga, antes de ir embora, dá para limpar a “melequeira” que você deixou no meu lençol? Obrigada.
(mais um conto do meu livro/registrado)