_ÔPA!!! PÉRAÍ!!! Faziam SEXO ANAL, para não perderem a VIRGINDADE???
(Hum, como se não soubesse!)_Isso mesmo, cara! A maioria, das ditas “meninas de família”! Você não acreditar nisso, seria o mesmo que nós, “mulheres de família”, não acreditássemos que vocês quando garotos participavam de campeonato da “mijada mais longa” e, outras coisinhas mais que não vale a pena citá-las, só para ouvir em côro:_EU???
_Cuidado, com o que vai falar, menina!
_Só não vou ser hipócrita! Como eu dizia, os amassos corriam soltos e, o desfrutar do “cuzinho familiar”, acontecia mais ou menos assim: Em uma noite, no meio de tantos amassos, das mãos dele nos meus peitos, sob uma blusinha de “ban-lon”, colocada propositalmente e as minhas mãos no seu pau, por cima da calça, de repente, senti sua mão atrás, na minha bunda. Ela passou devagar, timidamente perdida, uma vez…resvalando-se na renda da calcinha, só para se certificar de que existia uma. Nossas bocas e línguas se misturaram, se sorveram, saboreando a música “Fellings de MorrisAlbert”. Lá, no fundo do quintal, junto ao pé de uma enorme jabuticabeira!
_Quer quadro mais romântico que esse? Fala sério!
_Realmente, nada mais romântico! É uma pena, que hoje em dia, não se veja tão fácil, jabuticabeira! Bem…como eu dizia, um dos meus olhos, eu conservava fechado, pelo tesão e o outro, deixava aberto, por medo. Ser flagrada pelos meus pais, não estava no gibi, mas foi nesse dia, entre uma jabuticaba e outra, que sua mão se enroscou na minha calcinha e ele chegou a enfiar, um pouco (olha a experiência) o dedo indicador e, parou! (Ei!!! Parou porquê? Pensei!) Instintivamente, como uma potranca no cio, subi meu quadril, facilitando mais sua exploração (Mulher é danada, mesmo quando, ainda, virgem). Meu corpo falou por mim e, o dele entendeu, que eu queria mais que um dedinho. O que eu estava sentindo e que tomava conta do meu corpo todo, eu não entendia bem. Só sabia que era gostoso. Aí, ele falou no meu ouvido bem baixinho: _Deixa eu comer o seu cuzinho? Você vai gostar e, vai continuar virgenzinha, como quer sua mamãe!
_PUTZ, CARA!!! Isso é que é cantar a filha da mãe!!!
_Pois, é! Eu já estava com a calcinha molhada, completamente ensopada, cheia de tesão, nem pensei duas vezes e abaixei ela todinha, lentamente a tirei, colocando-a no bolso da calça dele.._Ele ficou meio que, com ”cara de mané”! Sabe como que é? Com certeza, não esperava que eu tivesse essa reação. Puxei-o, para detrás da jabuticabeira e encostamos, no muro, no limite do terreno. Ele abriu sua calça e colocou para fora sua pica que, com um misto de cuidado e curiosidade, segurei-o com as duas mãos. Queria sentir na minha mão, ao vivo e a cores! Não dava para ver nada muito direito, pois era uma noite de lua nova e, no fundo do quintal, onde estávamos, era ainda mais escuro. Foi aí, que ele me pegou no colo, me beijou, botou a cabeça do seu pau na portinha da minha xoxota e, eu quase cedi! Sussurrei, com as últimas forças que me restavam: _Eu não quero aí… Eu não posso… Você sabe…! Posso dizer que ele foi legal e, que se tivesse insistido um pouquinho mais, naquela hora, do jeito que eu estava molhadinha e cheia de tesão, era só um tiquinho mais de insistência e, meu cabacinho tinha ido para o brejo. Virou-me de frente para o muro, levantou a minha saia, se ajoelhou por trás e desceu sua língua comprida pelo meu rêgo, molhando tudo com sua saliva quente. Abriu minhas nádegas com carinho e se afundou por ali! Primeiro, pela voltinha e depois foi se concentrando, no meio do buraquinho, enfiando a ponta da sua língua e, tirando! Enfiando e tirando! Eu me arrepiava toda e rebolava, lentamente, para não atrapalhar os movimentos dela. Meu dedinho, já independente da minha vontade, se esfregava no grelhinho com energia e, o gozo vinha rápido e forte até que, senti algo duro tentando entrar e alargar, o meu cuzinho. Ele dizia baixinho: _É só a cabecinha! Fez com que eu abaixasse, um pouco mais o corpo para frente e enfiou um e depois dois dedos, como que testando, preparando e, quando tirou pela segunda vez os dois dedos, veio com o pau duríssimo encostando-o na portinha, que já chamava por ele!
_E ele foi?
_E não, moço? Foi se enfiando, se metendo e a cada centímetro, um gemido eu soltava. O danadinho foi engolindo tudo com vontade e se relaxando. Meu dedinho voltou para o grelho enquanto ele tirava e colocava o seu pau do meu cuzinho. No vai-e-vem louco me levou a um gozo diferente. Senti aquele caldinho quente, pela primeira vez, dentro de mim. Quando ele tirou e, a sua porra escorreu pelas minhas pernas, continuei ainda, esfregando os dedos no grelho e gozei novamente! Os efeitos colaterais foram o máximo! Via estrelas no céu e ouvia sininhos na minha cabeça e, a jabuticabeira se transformou em “pé de corações”. Eu disse, pela primeira vez, que o amava! Não foi bem para ele, meu namorado, que eu disse isso, mas também não parei para explicar. _Quanto a você, acredite se quiser!!! Mas que a jabuticaba é a minha fruta preferida… ah, isso é!!!